Equipe Medalha de Ouro

 
29jan
 

Hoje é dia de grande comemoração em Joinville com os 40 anos do Jec. Tenho a honra de acompanhar e cobrir o clube desde a sua fundação em 29 de janeiro de 1.976. Na época o futebol joinvilense agonizava, com as dificuldades que enfrentavam os dois times profissionais, América e Caxias. Na iniciativa do empresário João Hansen Neto, houve a fusão do futebol profissional das duas equipes, para o surgimento do Joinville E.C. A partir daí começou uma grande história de conquistas, já no primeiro ano com o título catarinense. Não repetiu a conquista em 1.977, quando estava praticamente encaminhado para o bi, e deixou escapar um dos títulos mais fácil em Santa Catarina. Reconquistou em 1978, quando atingiu a marca recorde no Estado, com oito conquistas seguidas, 1978 a 1985, o octa campeão legítimo. Depois disso conquistou mais três títulos, 1987 e o bi em 2000/2001. Outro recorde. Nenhum clube em Santa Catarina foi doze vezes campeão em 40 anos de vida. Em campo também foi campeão em 2015, mas perdeu no tapetão, em decisão polêmica, bastante contestada.

TÍTULOS BRASILEIROS

Nesta década o Jec enriqueceu ainda mais o seu acervo de títulos, quando voltou ao calendário nacional em 2010, após dois anos fora. Recomeçou pela série D, subindo para a C em 2011, quando então foi campeão brasileiro. Na série B depois de duas boas campanhas em 2012 e 2013, onde ficou em sexto lugar nos dois anos, em 2014 voltou a série A, depois de 36 anos fora, e de quebra mais um título nacional,  o da série B. Em 2015 teve um tropeço ao cair da série A. Mas, continua praticamente na elite do futebol brasileiro, já que a série B é assim considerada. Também recuperou posições no ranking da CBF. É o 27º entre as cem equipes que disputam as várias séries do campeonato brasileiro. Neste ano além de buscar o acesso à série A, também busca o bi-campeonato da série B, o que seria a grande comemoração dos 40 anos.

´TITULO INTERNACIONAL

Nas categorias de bases, o Jec também tem várias conquistas. Foi diversas vezes campeão catarinense nos júniores e de competições em nível nacional, e uma conquista internacional em 1992, o sul/americano disputado em Santa Catarina,  quando decidiu com o Vasco da Gama em Itajaí e venceu por 3 x 1. No infantil foi campeão da Copa SP em 1984, equivalente a um título nacional.

Esta é a história vencedora do Joinville E.C. nos seus 4o anos de vida. Um verdadeiro orgulho para a cidade. Parabéns.

 
22dez
 

O esporte joinvilense em 2015 foi bem nas bases e ruim no adultos. No esporte amador comandado pela FELEJ, conquistas do títulos da OLESC e Joguinhos Abertos e também em nível nacional e internaci0nal. No adulto só se salvou no categoria dificientes, conquistando o título dos PARAJASC e destaques nacional e internacional. Já no adulto decepcionou ficando em quinto lugar nos JASC, ganhando apenas um título entre os 48 disputados, o Tênis feminino. No futsal a Krona conquistou vários títulos estaduais nas bases e um vice brasileiro, e no adulto perdeu tudo nas competições nacionais, inclusive em nível estadual, Campeonato Catarinense e Jogos Abertos. Foi o pior ano da equipe desde que a Krona assumiu a modalidade. No futebol amador comandado pela Liga Joinvilense de Futebol, teve novamente um excelente ano, com três campeonatos adultos, séries A, B e C e diversos nas na bases desde 0 sub-9 até o 17. Outro destaque do futebol amador foi o tradicional Copão Kurt Meinert promovido pela FELEJ, que teve o número recorde de 70 equipes.

E O JEC?

O destaque ficou por conta do sub-20. Decidiu o título estadual, perdendo para o Figueirense, e a excelente campanha na Copa do  Brasil, onde chegou às semi-finais. No adulto chegou a ensaiar um bom início do ano, onde ganhou em campo o título catarinense, mas, perdeu no tapetão para o Figueirense, em uma decisão bastante discutível, já que havia jurisprudência naquele tipo de irregularidade, jogador irregular que ficou no banco e não jogou, de não perder pontos. Parece que a perda do título refletiu na equipe na séria A, que começou mal e com cinco rodadas teve que trocar de técnico. Saiu Hemerson Maria,  campeão da série B e do  catarinense em campo, e que se atrapalhou no brasileirão, onde em 15 pontos ganhou apenas um. Veio Adilson Batista, recebido com otimismo pelo seu currículo, com passagens por grandes clubes do Brasil, mas chegou cheiro de razão, achando-se um catedrático do futebol, e afundou mais ainda o time, sendo demitido após dez rodadas. Com ele saíram também os comandantes do Departamento de Futebol, César Sampaio e Leonardo Franco, entrando o ex-jogador João Carlos Maringá no lugar dos dois. Com o novo comando de futebol, chegou a ensaiar uma recuperação na competição, mas não passou disso, e o índice aproveitamento também ficou em zona de rebaixamento. Além do descenso à série B, na campanha esteve nas 38 rodadas no Z-4.

 
17nov
 

Tenho dito nos meus comentários na Rádio Cultura que os times que estão e  os que rondam a zona de rebaixamento da série A do campeonato brasileiro, parece que brigam para serem rebaixados. O que mais evoluiu foi o Vasco, mas, como estava bem abaixo, ainda continua no Z-4. Olha o exemplo do Avaí, não vence há sete jogos, e continua fora do rebaixamento. Diante disso, o Jec, que está em último lugar com 31 pontos, matematicamente ainda tem chances. Para entrar no páreo tem que vencer os dois próximos jogos, Avaí amanhã em Florianópolis, e o Vasco no próximo domingo na Arena Joinville. Com isso pode até sair do Z-4,  diante de possíveis resultados dos concorrentes. Depois decide tudo nas duas últimas partidas, Cruzeiro fora e Grêmio em casa. Aí é bem possível que com mais uma vitória, chegando aos 40 pontos, consiga escapar.

Continuando até o final, faltam quatro rodadas, o índice de aproveitamento atual, com 40 pontos não cai. Como tem vários confrontos diretos,  a possibilidade é grande. Nas disputas por vagas na Libertadores e sul/americana, os times que estão fora do rebaixamento têm que levar a sério seus jogos, como os casos atuais de Chapecoense e Fluminense, que só brigam pela sul/americana, e cada tem duas partidas com a turma lá de baixo. A Chapecoense jogará fora contra o Figueirense e em casa com o Goiás. O Fluminense enfrentará o Avaí em casa, o jogo será em Cariacica/ES, já que o Maracanã não estará disponível, e fora contra o Figueirense.

 
30out
 

Ontem  foi uma noite de gala na Arena Joinville. A equipe sub-20 do Jec empatou em 1 x 1 com o Flamengo e como o jogo da ida no Rio de Janeiro foi 2 x 2, classificou-se às semi-finais da Copa do Brasil, pelo critério de mais gols fora de casa.. Está fazendo mais uma bonita história na vida do clube. Já tem um título internacional, o sul/americano em 1992, quando derrotou o Vasco na decisão por 3 x 1. Agora está entre os quatro melhores do Brasil. Agora jogará o São Paulo, onde tentará a vaga inédita na decisão do título. Já eliminou o Grêmio, Coritiba e Flamengo, e da forma com está jogando tem chances de chegar lá.

No jogo com o Flamengo contou com o apoio decisivo da torcida, cerca de quatro mil pessoas na Arena Joinville. Depois de um primeiro tempo ruim  e até os 15 minutos da segunda etapa quando sofreu o gol do, reagiu a começar pelo técnico Fabinho que alterou o time, colocando um esquema mais ofensivo, onde buscou o empate e perdeu boas chances para chegar a vitória. Nos minutos finais com a um menos, já que atacante Zé Artur se lesionou e já tinha esgotado as três substituições, suportou a pressão do Flamengo, segurando o empate e a classificação para as sem-finais da Copa do Brasil sub-20/2015.

 
16out
 

Mesmo com a vitória do Jec sobre o Coritiba por 3 x 1, a sua calculadora a partir de agora só tem que somar para brigar contra o rebaixamento, que infelizmente continua encaminhado. Em 24 pontos a disputar nas oito partidas restantes, tem que ganhar 17 para chegar ao número seguro de 45 pontos. Nas contas de hoje, pelo índice de aproveitamento do primeiro fora do Z-4, 44 pontos seriam suficientes. Pode até diminuir mais um pouco, como também aumentar, e em função disso é que os 45 pontos são praticamente a margem segura. O caminho menos difícil é vencer os quatro jogos em casa: Figueirense, Santos, Vasco e Grêmio, e dois dos quatro fora, ou vencer um e empatar três: Internacional, Ponte Preta, Avaí e Cruzeiro. Não há outro caminho que não seja vencer e vencer.

Como se vê, é um caminho muito difícil, mas não impossível, e para isso, tem que melhorar bastante o seu futebol,  pois mesmo com a vitória diante do Coritiba, apresentou falhas gritantes, como os erros dos passes, que não pode ocorrer com jogadores que disputam a série A do campeonato brasileiro, onde a qualidade é bastante exigida. Mesmo com a ansiedade em busca das vitórias neste momento difícil, tem que haver um controle emocional, para que o time jogue bem e acerte quase tudo, pois errar agora só confirmará o que já está bem encaminhado, a volta à série B do campeonato brasileiro.

JOGO COM O FIGUEIRENSE

Neste sábado as 21:00 horas joga contra o Figueirense na Arena Joinville. Confronto complicado. Um clássico catarinense,  e a exemplo do Jec, vem de boa vitória contra o Flamengo por 3 x 0. Mas, jogando em casa novamente, tem que vencer, para quem sabe sair da lanterna e se aproximar mais do Figueirense, e contando com os resultados negativos das equipes que estão na zona de rebaixamento ou perto dela, volta ao campeonato de uma forma mais competitiva e com moral para buscar, no mínimo, quatro pontos nos próximos dois jogos fora, Internacional e Ponte Preta. Oremos.

 
05out
 

Depois de mais um tropeço na série A ao perder para o Flamengo no Maracanã por 2 x 0, o Jec se complicou de vez e o caminho da volta  à série B está cada vez mais perto, e agora só restam as chances matemáticas, que estão difíceis. Nos nove jogos faltantes tem  que vencer sete para chegar ao numero mágico de 45 pontos e escapar do rebaixamento. Quem sabe com um ou dois a menos até escape, mas assim mesmo a situação está difícil, principalmente pelo futebol instável que está jogando. Fez uma boa partida contra o Atlético Mineiro, empate em 2 x 2, onde o técnico atleticano Levir Culpi disse que jogando assim não seria rebaixado, e contra o Flamengo joga mal, onde escapou de uma goleada. Mesmo assim ainda foi prejudicado novamente pela arbitragem, já que no segundo gol o atacante Gabriel ajeitou a bola com o braço.

Das nove rodadas faltantes, cinco jogos serão em casa, dois agora seguidos: Coritiba na quarta-feira e Figueirense no sábado, ambos na próxima semana, já que o campeonato dá uma parada em função dos jogos do Brasil nas eliminatórias da Copa do Mundo. Depois duas fora: Internacional e Ponte Preta. Os cinco restantes serão Santos, Vasco e Grêmio em casa, Avaí e Cruzeiro fora. A receita é ganhar as cinco partidas em casa e duas fora, onde as melhores possibilidades serão contra o Avaí e ponte Preta. A realidade é triste, mas é verdade. Série B a vista.,

 
23set
 

Costuma-se dizer que na competição onde o time começa  a fazer contas e na matemática ainda tem chances, está praticamente fora do objetivo previsto. É o caso do Jec para fugir do rebaixamento da série A neste ano, onde na prática as chances são difíceis de escapar. Está há sete jogos sem vencer, com 23 pontos e na lanterna do campeonato. Faltam onze rodadas e disputa ainda 33 pontos, onde tem que ganhar 21 para chegar aos 44, que é o número atual pelo índice de aproveitamento para se classificar entre os 16 primeiros. Este número pode variar tanto para baixo como para cima, mas pouca coisa  e pode ficar por isso mesmo. O bom mesmo é somar 45 para praticamente não correr risco. Neste caso tem que fazer 22 pontos.Precisa de uma recuperação espetacular, quase um  milagre.

Dos onze jogos faltantes, seis serão em casa: Atlético Mineiro no próximo domingo as 16:00 horas, Coritiba , Figueirense, Santos, Vasco e Grêmio. Os cinco fora de casa: Flamengo, Internacional, Ponte Preta, Avaí e Cruzeiro. O melhor caminho será ganhar 16 pontos em casa dos 18 a disputar e seis fora dos 15 em disputa. De uma forma ou de outra terá que somar os 22, o que está  bastante difícil, e terá que melhorar bastante o seu futebol, que entrou em queda nas últimas partidas.

 
14set
 

O Jec depois de um início péssimo na série A, onde dos 21 pontos disputados ganhou apenas um , e ensaiar uma reação  sob o comando do técnico PC Gusmão, ganhando 10 pontos de 15 em disputa, teve uma queda e não vence há cinco partidas e não faz gol há quatro jogos. e em vez de melhorar para sair da zona de rebaixamento, volta a brigar pela lanterna com o Vasco, que teve duas vitórias seguidas. Está a cinco pontos do 17º colocado, o Figueirense, e a três pontos do lanterna, o Vasco. Faltam 13 rodadas, e 39 pontos a disputar. Pelo índice de aproveitamento até agora do campeonato, quem fizer 41 pontos não cai, mas, pode variar ainda tanto para cima como para baixo. Permanecendo o atual índice, precisa de 19 pontos para não cair. O que preocupa é o atual rendimento do time, principalmente no ataque.

Agora o que precisa é uma reação espetacular, buscando as vitórias já, e os próximos jogos serão nesta quarta-feira contra Sport na Arena Joinville as 19:00 horas e no próximo domingo em Goiânia contra o Goiás as 11:00 horas. Tem que vencer as duas partidas para ainda tentar escapar do rebaixamento. Caso contrário dará praticamente adeus à série A de 2016, ficando naquela chance matemática, mas na prática quase impossível, o que será lamentável.

DESFALQUES

Para piorar mais ainda, no jogo com o Corinthians perdeu o volante Anselmo, o lateral-esquerdo Diego por lesões musculares e que ficarão fora dos próximos jogos e o volante Naldo que sentiu o joelho e não deve jogar mais neste ano. Nesta terça-feira julgamento dos expulsos contra o Atlético Paranaense: zagueiro Alef, lateral-esquerdo Diego que está lesionado e o  meio-campista Edson Ratinho. Quem pegar mais de um jogo também não jogará contra o Sport, e a preocupação do assessor jurídico Roberto Pugliese é com Diego e Ratinho, que são reincidentes. Por ser jogo em casa tomara que o técnico PC Gusmão pense mais ofensivamente, e não como aconteceu no jogo com o Corinthians, onde nas substituições colocava mais um zagueiro, para não perder de pouco, o que acabou não ocorrendo.

 
19ago
 

Para quem cobre o Joinville E.C. desde a sua fundação, que é o meu caso, registro mais um marco histórico na trajetória vencedora do clube, a estréia de sua equipe profissional em competição internacional, a Sul/Americana, a segunda maior da América do Sul de clube, após a Libertadores. Lembrando sempre que já tem um título internacional, quando a equipe de júniores venceu o sul/americano derrotando o Vasco na decisão por 3 x 1. O  jogo é nesta quinta-feira as 21:15 horas na Arena Joinville contra o Atlético Paranaense. O sistema de disputa é mata-mata e a segunda partida será na quinta-feira da próxima semana na Arena da baixada em Curitiba. O vencedor deste confronto terá como adversário o ganhador de Goiás x Brasília, e no primeiro jogo ontem em Brasília houve empate em O x O.

Além do prestígio internacional, a competição traz recursos para o clube, sendo que a cota da primeira fase é de 150 mil dólares e vai aumentando a cada etapa. Conforme determinação da  Confederação Sul Americana de Futebol, promotora da competição, os sócios dos clubes terão que pagar ingressos, e o Joinville estipulou os preços de vinte reais para o associado da descoberta e trinta reais para as cadeiras. A arbitragem é internacional, e o trio é uruguaio,  outra atração para o jogo. Tudo pronto para  mais este capítulo importante na história do clube, e agora se espera  a comemoração do torcedor lotando a Arena.

E O TIME?

Pena que para um jogo tão importante, o técnico PC Gusmão, que vem realizando um bom trabalho, não pense assim, e abana com um time misto, poupando alguns titulares. Afirmou categoricamente no  programa Ataque e Defesa da Rádio Cultura na última segunda-feira, que o Jec não tem elenco para focar as duas competições, série A e Sul/Americana, e que vai priorizar o campeonato brasileiro. Um desfalque teria de qualquer maneira, o atacante Edigar Júnior, emprestado pelo Atlético Paranaense, e conforme acertado não poderá jogar nos confrontos Jec x Atlético. São certas coisas que por mais que se explique, não dá para entender, porque se o jogo fosse na competição nacional, com certeza não pouparia ninguém.

 
11ago
 

Depois da vitória do Jec sobre o Avaí, citei aqui que precisava de uma arrancada com três vitórias seguidas para melhorar a posição na zona de rebaixamento. Quando precisava da segunda vitória que foi o jogo contra o Vasco no Maracanã, já patinou, apenas empatando em O x O. O pior é que os times que estavam próximos ao Z-4 ganharam pontos e chegaram a casa dos vinte e aumentaram a diferença para de cinco para sete. O que se lamenta é que teve chances para vencer o Vasco,  só o Kempes perdeu três gols e o lateral Diego desperdiçou a melhor oportunidade. Foi um bom jogo com os dois times jogando no ataque criando chances de gols, as mais claras foram as do Jec. Quem de novo teve grande atuação foi o goleiro Agenor,  fazendo defesas portentosas, o que lhe valeu o goleiro da rodada.

JOGO COM O CRUZEIRO

Nesta quinta-feira joga com o Cruzeiro na Arena Joinville as 21:00 horas.. Tem dois desfalques pelo terceiro cartão amarelo , Marcelo Costa e Kempes. Jogando em casa tem que vencer. A partir de agora, pelo menos, os jogos na Arena Joinville, tem que fazer valer o mando de campo com vitórias, se quiser escapar do rebaixamento. E a sequência de jogos nas próximas seis rodadas é complicada. Cruzeiro(C), Grêmio(F), Fluminense(C),  Palmeiras(F), São Paulo (C) e Atlético Paranaense(F). Como até agora só fez um ponto contra os grandes, empate com o Palmeiras na Arena Joinville, precisa reagir contra estes adversários, já que na conta para permanecer na série A, tem que ganhar 32 pontos dos 63 a disputar.

 
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