Equipe Medalha de Ouro

 
30jan
 

O Joinville E.C. completou ontem 41 anos. Parabéns Jec. Uma história cheia de glórias e conquistas. Dois campeonatos brasileiros, uma Recopa Sul/Americana, doze estaduais e um sul/americano júnior. Precisa pesquisar bastante para que algum clube em 41 anos tenha conquistado tanto títulos. Tenho o orgulho de cobrir o Jec desde a sua fundação. Testemunhei estas grandes conquistas e também alguns momentos ruins, que foram poucos, mas que passou, Quando isso ocorre sempre apelo para uma frase de um filósofo grego.” Não há derrota que derrote, quem nasceu para vencer”.

O  momento atual não é tão ruim  assim, já passou por bem piores. Lamenta-se os dois rebaixamentos dos últimos anos no campeonato brasileiro, da série A para a B e para a C. Fora o patinho feio da série C , o calendário está excelente para 2017. Primeira Liga, Copa do Brasil, catarinense, série C e Copa Santa Catarina, que vale vaga para a Copa do Brasil. Se o Jec não ficar entre os três primeiros do catarinense, tem chance para buscar a vaga na Copa Santa Catarina São cinco competições que vai movimentar a equipe de janeiro a dezembro. O que se espera é que obtenha bons resultados e o objetivo principal é voltar à série B, ou seja, um time vencedor, que é a grande marca de sua história.

ESTRÉIA NO CATARINENSE/2017

Depois da boa estréia em 2017, quando empatou com a Chapecoense em Chapecó em 0 x 0 pela primeira Liga, havia uma boa expectativa para a largada do campeonato catarinense em Itajaí contra o Barroso, que veio da série B. Fez 2 x 1  aos 37 minutos do segundo tempo e deixou escapar a vitória aos 43 minutos, quando tomou o gol do empate, com  o placar final de 2 x 2. Pelo que jogaram as duas equipes, o resultado foi justo, mas, não na circunstância que ocorreu é lamentável. Tomou dois gols em cobranças de escanteios, com a chamada falha coletiva, desde o goleiro Jonathan e todo o sistema defensivo, Pontos perdidos assim facilmente podem fazer falta lá na frente. Agora virão dois jogos difíceis, os chamados clássicos, nesta quarta-feira na Arena Joinville as 21:45 horas contra o Figueirense, e no próximo domingo em Criciúma as 17:00 horas, Se não quiser já complicar a situação no primeiro turno, precisa fazer no mínimo três pontos nas duas partidas. Lembrando que o campeonato catarinense/2017 é a mesma fórmula de 2016. Decisão em  dois jogos dos campeões dos dois turnos. Se uma equipe vencer os dois turnos é campeã direta.

 

 
19set
 

O JEC  está de técnico novo. Após demitir Lisca e toda a comissão técnica depois da derrota para o Vasco por 2 x 0, o presidente Joni Stassum anunciou a contratação de Ramon Menezes, seu irmão Fábio Menezes como auxiliar e o preparador físico Ângelo Luiz. É a terceira passagem  do Ramo no Jec. Primeiro como jogador, onde foi campeão da série C em 2011, e depois como auxiliar do Hemerson Maria na série B em 2014, também campeão. Agora como técnico efetivo enfrenta o desafio de tirar o time do rebaixamento da série B, onde está na penúltima posição com 24 pontos. Disputa 36 pontos,  precisando ganhar de 21 a 22, para permanecer na série B em 2017.

Como técnico as experiências foram no próprio Jec, como auxiliar de Hemerson Maria. Saiu para a carreira solo. Dirigiu as equipes do Anapólis de Goiás e Guarani de Divinópolis. Tem a seu favor o conhecimento de toda a estrutura do clube, e contra a pouco experiência na função. Como o time está praticamente rebaixad0, pouco coisa tem a perder, mas pode se consagrar se conseguir salvar do rebaixamento, que terá um gosto de título, onde  ganhou nas duas passagens anteriores. Boa sorte ao Ramon e toda sua equipe.

 
03ago
 

Depois de mais uma derrota para o Vila Nova por 2 x 1 e encerrado o primeiro turno da série B/2016, o Jec está ameaçado de novo rebaixamento. A série C está à vista, o que será desastroso. Cair da A para a B já foi ruim, mas para a C é o que ninguém espera. Com aproveitamento de apenas 30% e com 17 pontos dos 57 disputados, está na vice-lanterna. Precisa de um aproveitamento de 50% no returno para alcançar 45 pontos, que à principio é a pontuação necessária para não cair.  onde jogará nove jogos em casa e dez fora. Fazer 50% dos pontos a disputar não é tão difícil assim, mas o que preocupa é o pobre futebol que está jogando, e dos 30 pontos disputados em casa, ganhou apenas 10. Agora vai ter que fazer quase 100% nas partidas como mandatário e beliscar alguns fora.

A derrota para o Vila Nova foi por conta da arbitragem ao assinalar um pênalti inexistente no final do jogo, mas o empate também ajudaria pouco. O que precisava realmente era a vitória e os três pontos, que foi praticamente para o espaço após a expulsão do meia Tomás aos 13 minutos do segundo tempo, quando estava 1 x 1. Até então o Jec jogava uma partida razoável, dando sinais que poderia buscar a vitória. Mesmo com um a menos, estava com o jogo controlado para empatar, e aí foi prejudicado pela arbitragem nos minutos finais, e novamente derrotado, encerrando o turno de uma forma melancólica.

E O LISCA?

Após um bom começo, onde ganhou dois dos três jogos disputados, o técnico Lisca já não é mesmo. Ganhou 11 dias para treinar e melhorar ainda mais o time, e na volta já se atrapalhou em casa diante do Oeste, a equipe do tic-tac, mas sem força no ataque, e que jogou a vontade após ganhar um gol de presente logo no início da partida e manter o placard de 1 x 0. Sabia a forma do adversário  jogar, e o que viu foi o Jec perdido em campo. E para piorar as poucas chances que criou perdeu, o que mostra o lado técnico ruim. Depois da derrota para o Vila Nova, não se conteve e criticou duramente  os jogadores, dizendo que está faltando comprometimento e chamou  o Tomás de irresponsável pela expulsão. O que  ninguém entendeu foi a escalação dele, e  aí falhou o Lisca. Poderia até ter tirado no intervalo, pois estava jogando e pouco e já com o cartão amarelo. Disse que precisa de mudanças, mas desde a sua chegada já foram contratados seis jogadores e as melhoras foram poucas, e dos cinco jogos disputados, perdeu três e ganhou dois. No returno vai ter que melhorar a produção para 50% de aproveitamento, e fugir da série C, onde esteve praticamente durante todo o turno. Oremos.

 
05jul
 

No Jec o novo técnico, o gáucho Luiz Carlos Cirme Lima de  Lorenzi, conhecido como Lisca Doido, 43 anos, vai ter muito trabalho para colocar o time no rumo certo e buscar a recuperação na Série B, onde amarga a zona de rebaixamento em 18º lugar com apenas 11 pontos, aproveitamento de 26,2%. Precisa ganhar 34 pontos dos 72 a disputar, quase 50%, ou seja, dobrar a produção, para escapar do rebaixamento. O acesso à série A já é um sonho, e para alcançar o número mágico de 65 pontos, precisa de um aproveitamento acima de 70%, algo bastante improvável. O pior é o pobre futebol que vem jogando, e que Lisca vai ter que reverter a curto prazo, já a partir do próximo sábado, quando jogará com o Sampaio Corrêa na Arena Joinville as 16:00 horas. Está pior do  que o Jec, com apenas 10 pontos e também na zona de rebaixamento.

NOVAS CONTRATAÇÕES

Lisca participou ontem no programa Ataque e Defesa da Rádio Cultura e disse que solicitou a contratação de quatro jogadores, já indicados por ele. Não revelou nomes e  setores, mas devem vir lateral-esquerdo, dois meias e um atacante de área,e quem sabe um zagueiro, que deverão jogar na rodada da próxima semana, no sábado contra o Bragantino em Bragança Paulista. Para o jogo deste sábado garantiu que vai mudar o time tanto na escalação como no esquema tático. Como está trabalhando desde ontem, tem a semana toda para montar a equipe. Deixou a entender que o goleiro Aranha estreará e o atacante William Barbio começará como titular. Na entrevista deixou uma boa impressão. Agora vamos ver na prática, o que realmente interessa, para tirar o Jec  da atual difícil situação.

 
27abr
 

Em 40 anos de vida completados em 29/01/2016, o Jec tem a hegemonia neste período em Santa Catarina. Vai agora para a vigésima decisão do título, e nos 19  já disputados ganhou 12. Começou já no primeiro ano, em 1976, o que valeu um super campeonato, pois foram duas decisões, primeiro contra o Figueirense e depois contra o Juventus de Rio do Sul, que ganhou no TJD o direito de decidir o título. Foram duas vitórias de 1 x 0, em Rio do Sul com gol do Linha e em Joinville gol do Tonho. Poderia ter chegado ao bi-campeonato em 1977, quando perdeu um dos títulos mais fáceis de sua história. Recuperou em 1978, e aí alcançou outro recorde em Santa Catarina, com oito títulos seguidos até 1985, o legítimo octa-campeão. Depois ganhou nos anos de 1987, 2000 e 2001, 0 bi-campeonato catarinense.

DECISÃO COM A CHAPECOENSE

Agora vai para a terceira decisão seguida, 2014, 2015 e 2016. Em uma recuperação espetacular, depois do turno ruim onde fez apenas oito pontos, chegou com sobras no título antecipado e  invicto do returno, 23 pontos, indo para a decisão contra a Chapecoense, campeã do primeiro turno. Por fazer melhor campanha geral, a Chapecoense joga com a vantagem de dois resultados iguais, ou seja, dois empates, ou vitória e derrota pela mesma diferença de gols. Portanto, vale o saldo de gols. Por exemplo, se o Jec vencer o primeiro jogo em Joinville,  neste domingo as 16:00 horas, por diferença de dois gols, pode perder a segunda partida no domingo seguinte em Chapecó, por um gol de diferença.

Os dois times inverteram até agora as participações no campeonato. Enquanto a Chapecoense fez um bom primeiro turno, ganhando invicta e com 23 pontos, no returno foi o Jec que deu as cartas, 23 pontos e invicto. Nesta fase o futebol do Jec cresceu, enquanto que o da Chapecoense caiu. Está há cinco jogos sem vencer no campeonato catarinense. Como decisão de título é sempre equilibrada, tudo pode acontecer. O que resta ao Jec é continuar jogando o bom futebol e largar na pior das hipóteses, com uma vitória em casa, mesmo com diferença de um gol, e assim reverter a vantagem e jogar pelo empate no jogo da volta.

 

 

 

 

 

 
28mar
 

Com quatro vitórias e um  empate, 13 pontos ganhos, o Jec vai bem no returno do campeonato catarinense/2016 e briga realmente pelo título da competição. Nas vitórias três foram em clássicos, duas fora de casa, Figueirense e Avaí, uma em casa, Criciúma. Pena que o tropeço do empate foi contra uma equipe do bloco dos pequenos, o Metropolitano, o jogo que estava mais ganho, foi fez 2 x 1 aos 41 minutos do segundo tempo, e acabou permitindo o empate no finalzinho da partida, Poderia estar com 100% de aproveitamento e na liderança isolada com 15 pontos. Assim divide  com a Chapecoense com 13 pontos, mas em segundo pelo critério de desempate no saldo de gols com seis a menos.

Nas quatro rodadas faltantes joga três em casa: Camboriú, Internacional e Brusque, uma fora em Chapecó. Já a Chapecoense tem três fora: Figueirense, Metropolitano e Criciúma, uma em casa que é o Jec. A tabela está melhor para o Jec. Vencendo os jogos de casa somará 22 pontos, e não será mais alcançado por Figueirense e Criciúma, que chegarão não máximo com 21. Se a Chapecoense tiver dois tropeços nos três fora, uma derrota e um empate, o Jec fazendo os nove pontos em casa, é campeão do returno,  mesmo perdendo em  Chapecó. De agora em diante, para depender só dele, o Jec tem que vencer todas as quatro partidas.

JOGO COM O AVAÍ

Foi a segunda vitória em duas semanas lá em Florianópolis, Figueirense e Avaí. Estive nos dois jogos comentando para a equipe Medalha de Ouro na Rádio Cultura AM 1250. Como é bom vencer em Florianópolis. Este jogo com o Avaí, pode se definir em uma frase: ” Clássico se ganha, não se joga”. Foi uma vitória maiúscula com um futebol minúsculo, bem diferente do Figueirense, onde além de vencer, jogou bem. Mas, o importante foram os três pontos, principalmente depois do tropeço da  Chapecoense em casa com o Brusque, em 3 x 3. Quanto ao jogo, com um esquema defensivo, começando com três volantes e dois meias de armação, e não agudos, o técnico Hemerson Maria mostrou que a primeira preocupação era não perder, e em uma bola buscar a vitória. Desta vez deu certo, até pelo pobre futebol que está jogando o Avaí. Após o gol aos 19 minutos do segundo tempo, os trinta minutos restantes, já que teve quatro de acréscimo, foi um sofrimento, e o Jec acabou a partida com três laterais, três zagueiros e três volantes. Não precisava tanto, mas venceu.

 
08mar
 

Quando o  Hemerson Maria foi reapresentado no Jec, voltou com um bom  discurso, até citei que retornou com a lingua afiada, dizendo que se reciclou e estava mais maduro, e que o Jec tinha time para brigar pelo título catarinense e acesso na série B. Pensava-se que o reciclamento e o mais maduro tinha haver com o seu esquema tático, onde antes primeiro era se defender para depois atacar, e armasse uma equipe mais compacta, que é se defender e atacar bem. Mas, já de cara, colocou três volantes no time. Mesmo assim nos dois primeiros jogos, embora não vencesse, o time produziu no ataque,  fazendo cinco gols. Mas, como tomou também cinco, aí já começou com os cuidados defensivos, como o jogo contra o Brusque, mesmo perdendo de um a zero, terminou a partida com cinco volantes. Assim os gols ficaram escassos, e nas três últimas partidas fez apenas dois, e  assim mesmo no lanterna e pobre Guarani.

O aproveitamento até agora é baixíssimo, e dos 15 pontos disputados ganhou apenas seis, 40%. Já mudou o discurso e com o atual time disse que não pode chegar a lugar nenhum,  no catarinense e no acesso à série B. Está pedindo reforços, e a diretoria disse que vai às compras e pretende contratar  nesta semana quatro  a cinco. Mas, antes de mais nada, o técnico precisa ser mais corajoso e mudar a sua postura, para ter jogadores em campo com o número suficiente para defender e atacar, ou seja, o 4 -4-2 tradicional. Cabe neste caso a famosa frade do saudoso Ulisses Guimarães, que foi para os políticos, mas também serve aos técnico de futebol, mudando a palavra eleitos por contratados. “Fomos eleitos para fazer as mudanças, se não mudarmos, seremos mudados”.

REFORÇOS NECESSÁRIOS

Na minha opinião precisa para jogarem de titulares, dois lateraiss, dois meias( meio-campo e atacante) e um atacante de área para brigar pela posição com o Willian Paulista. Mas, jogadores diferenciados e avisar o Hemerson Maria que os meias são para jogarem e não na reserva de volantes jogando nas suas posições. Um atacante já estava certo, o garoto Thiago Santos do Flamengo, mas, o técnico Murici, decidiu escalá-lo contra o Bonsucesso, jogou bem  e  fez um gol. Assim preferiu observar mais o jogador, e que a diretoria não o liberasse. Agora é esperar pelos contratados.

RETURNO

Como o returno começou do zero, todos tem as chances de ainda brigar pelo título, mas, alguns como no caso do Joinville, precisam melhorar bastante, para não ficarem disputando o rebaixamento. Já perdeu a chance de começar na liderança, pois, se ganhasse do Guarani por dois gols de diferença, e jogo estava fácil para isso, assumiria a liderança, já que empataria o Criciúma do critério de pontos, saldo e gols marcados e ganharia com menos cartão amarelo. Terá dois clássicos seguidos, sábado com o Figueirense em Florianópolis as 21:oo horas e na quarta-feira da próxima semana com o Criciúma na Arena Joinville as 21:45 horas. Precisa fazer no mínimo quatro pontos, como um empate com o  Figueirense e vitória contra o Criciúma, que é o adversário mais direto no returno. Depois tem mais três jogos em casa, Camboriú, Internacional e Brusque, onde terá que vencer todos. Fora jogará com o Metropolitano em Jaraguá do Sul, onde também  dá para vencer, e depois buscar  mais dois ou três pontos nos clássicos fora, Avaí e Chapecoense. Este é o caminho para chegar ao título do returno. Oremos.

 

 
16fev
 

No Jec o técnico PC Gusmão não resistiu ao mal início no campeonato catarinense e foi demitido na quinta rodada. No seu lugar foi recontratado Hemerson Maria,  desligado ano passado após campanha ruim na série A e também caiu na quinta rodada, Antes disso, fez história no clube, conquistando o título mais importante do Jec, o brasileiro da série B, o catarinense/2015 em campo, perdido no tapetão para o Figueirense, e decidiu o de 2014 também contra o Figueirense, que perdeu em campo, mas com gol de mão. A sua volta foi dividida entre apoio e contrariedade, e aos contrários, cabe a ele dar a resposta em campo.

Pelo menos, chegou com o discurso afiado, e na entrevista disse que vai recolocar o Jec em seu devido lugar, tanto no cenário estadual, brigando ainda pelo título deste ano, e no nacional, buscando a vaga novamente na série A. Chamou a torcida para estar ao lado do time, nesta busca pela recuperação do bom futebol. Tem também a seu favor o conhecimento da equipe, pois, cerca de vinte jogadores atuais, foram seus comandados. O que se espera é que tenha mudado a forma de trabalhar, deixando o espírito retranqueiro, para formar um time compacto, nos três setores: defesa, meio-campo e ataque, ou seja, defender, armar e atacar da mesma forma. Boa sorte e coragem Hemerson maria.

 
29jan
 

Hoje é dia de grande comemoração em Joinville com os 40 anos do Jec. Tenho a honra de acompanhar e cobrir o clube desde a sua fundação em 29 de janeiro de 1.976. Na época o futebol joinvilense agonizava, com as dificuldades que enfrentavam os dois times profissionais, América e Caxias. Na iniciativa do empresário João Hansen Neto, houve a fusão do futebol profissional das duas equipes, para o surgimento do Joinville E.C. A partir daí começou uma grande história de conquistas, já no primeiro ano com o título catarinense. Não repetiu a conquista em 1.977, quando estava praticamente encaminhado para o bi, e deixou escapar um dos títulos mais fácil em Santa Catarina. Reconquistou em 1978, quando atingiu a marca recorde no Estado, com oito conquistas seguidas, 1978 a 1985, o octa campeão legítimo. Depois disso conquistou mais três títulos, 1987 e o bi em 2000/2001. Outro recorde. Nenhum clube em Santa Catarina foi doze vezes campeão em 40 anos de vida. Em campo também foi campeão em 2015, mas perdeu no tapetão, em decisão polêmica, bastante contestada.

TÍTULOS BRASILEIROS

Nesta década o Jec enriqueceu ainda mais o seu acervo de títulos, quando voltou ao calendário nacional em 2010, após dois anos fora. Recomeçou pela série D, subindo para a C em 2011, quando então foi campeão brasileiro. Na série B depois de duas boas campanhas em 2012 e 2013, onde ficou em sexto lugar nos dois anos, em 2014 voltou a série A, depois de 36 anos fora, e de quebra mais um título nacional,  o da série B. Em 2015 teve um tropeço ao cair da série A. Mas, continua praticamente na elite do futebol brasileiro, já que a série B é assim considerada. Também recuperou posições no ranking da CBF. É o 27º entre as cem equipes que disputam as várias séries do campeonato brasileiro. Neste ano além de buscar o acesso à série A, também busca o bi-campeonato da série B, o que seria a grande comemoração dos 40 anos.

´TITULO INTERNACIONAL

Nas categorias de bases, o Jec também tem várias conquistas. Foi diversas vezes campeão catarinense nos júniores e de competições em nível nacional, e uma conquista internacional em 1992, o sul/americano disputado em Santa Catarina,  quando decidiu com o Vasco da Gama em Itajaí e venceu por 3 x 1. No infantil foi campeão da Copa SP em 1984, equivalente a um título nacional.

Esta é a história vencedora do Joinville E.C. nos seus 4o anos de vida. Um verdadeiro orgulho para a cidade. Parabéns.

 
22dez
 

O esporte joinvilense em 2015 foi bem nas bases e ruim no adultos. No esporte amador comandado pela FELEJ, conquistas do títulos da OLESC e Joguinhos Abertos e também em nível nacional e internaci0nal. No adulto só se salvou no categoria dificientes, conquistando o título dos PARAJASC e destaques nacional e internacional. Já no adulto decepcionou ficando em quinto lugar nos JASC, ganhando apenas um título entre os 48 disputados, o Tênis feminino. No futsal a Krona conquistou vários títulos estaduais nas bases e um vice brasileiro, e no adulto perdeu tudo nas competições nacionais, inclusive em nível estadual, Campeonato Catarinense e Jogos Abertos. Foi o pior ano da equipe desde que a Krona assumiu a modalidade. No futebol amador comandado pela Liga Joinvilense de Futebol, teve novamente um excelente ano, com três campeonatos adultos, séries A, B e C e diversos nas na bases desde 0 sub-9 até o 17. Outro destaque do futebol amador foi o tradicional Copão Kurt Meinert promovido pela FELEJ, que teve o número recorde de 70 equipes.

E O JEC?

O destaque ficou por conta do sub-20. Decidiu o título estadual, perdendo para o Figueirense, e a excelente campanha na Copa do  Brasil, onde chegou às semi-finais. No adulto chegou a ensaiar um bom início do ano, onde ganhou em campo o título catarinense, mas, perdeu no tapetão para o Figueirense, em uma decisão bastante discutível, já que havia jurisprudência naquele tipo de irregularidade, jogador irregular que ficou no banco e não jogou, de não perder pontos. Parece que a perda do título refletiu na equipe na séria A, que começou mal e com cinco rodadas teve que trocar de técnico. Saiu Hemerson Maria,  campeão da série B e do  catarinense em campo, e que se atrapalhou no brasileirão, onde em 15 pontos ganhou apenas um. Veio Adilson Batista, recebido com otimismo pelo seu currículo, com passagens por grandes clubes do Brasil, mas chegou cheiro de razão, achando-se um catedrático do futebol, e afundou mais ainda o time, sendo demitido após dez rodadas. Com ele saíram também os comandantes do Departamento de Futebol, César Sampaio e Leonardo Franco, entrando o ex-jogador João Carlos Maringá no lugar dos dois. Com o novo comando de futebol, chegou a ensaiar uma recuperação na competição, mas não passou disso, e o índice aproveitamento também ficou em zona de rebaixamento. Além do descenso à série B, na campanha esteve nas 38 rodadas no Z-4.

 
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